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Como Harry Styles se tornou um ícone da moda atual quebrando padrões de gênero

28/12/20 Moda | Por Equipe GE

Em 2010, Harry Styles tinha apenas 16 anos quando participou do programa The X Factor UK e, em um momento de genialidade dos jurados, foi colocado na boyband One Direction, que se tornou um fenômeno global. Na época, o cantor vivia a fase da adolescência que, como bem sabemos, é repleta de incertezas e reflexões sobre quem nós realmente somos. Por isso, Harry ainda era um artista (e um ser humano!) em formação e, se estava longe de descobrir sua própria personalidade, com certeza não passava perto de ter um estilo para chamar de seu. 

Harry Styles no BRIT Awards 2020. Foto: Joe Maher/Getty Images for Bauer Media

Esse cenário começou a mudar a partir de 2012, ano em que frequentou a semana de moda de Londres pela primeira vez e foi convidado para assistir ao desfile da Burberry. Mas só fomos ver alterações reais nos looks de Harry após 2013, quando já era presença garantida nas semanas de moda internacionais e estava saindo da zona de conforto ao escolher estampa de poá, animal print e outras padronagens divertidas para compor seus visuais. Como prova de que realmente estava se destacando no universo da moda, foi o primeiro artista masculino a levar um prêmio do British Fashion Awards na categoria British Style. 

Em 2015, Harry foi visto com terninhos estampados da Gucci em algumas ocasiões, porém ainda não eram sua marca registrada. As transformações expressivas no estilo dele só tiveram início mesmo a partir do lançamento de seu primeiro álbum solo, em 2017. A turnê mundial veio com figurinos extravagantes, brilhos, estampas florais, babados, cores vivas e mangas bufantes. Ele vestiu Saint Laurent, Alexander McQueen, Calvin Klein e muitos conjuntinhos exclusivos da Gucci.

A partir desse período, Harry começou a desafiar alguns padrões de gênero na moda e a não se importar com as definições das chamadas roupas “masculinas” e “femininas”. Usava salto alto, esmaltes coloridos, colar de pérolas, vestidos e paetês. No BRIT Awards de 2020, chegou até a apostar em um terninho amarelo da coleção feminina do Marc Jacobs, um look que já havia sido usado antes por ninguém mais, ninguém menos do que Lady Gaga. Já na edição de dezembro deste ano da revista Vogue americana, ele apareceu de vestido longo e saia. “As roupas existem para se divertir, brincar e experimentar”, disse à revista.

Mas esse questionamento dos rótulos de gênero na moda não é de hoje. Nos séculos passados, no Egito antigo e na Era Medieval, por exemplo, os limites do que era considerado masculino e feminino eram bastante difusos; a mulher apropriava-se de itens dos homens e vice-versa. Em registros mais recentes, nos anos 1960, o francês Yves Saint Laurent surpreendeu ao criar um smoking feminino, que até então tratava-se de um item que fazia parte do guarda-roupa dos homens. 

Para se ter noção da influência de Harry sobre seus fãs, um cardigan de patchwork da JW Anderson que ele usou apareceu em um relatório do Lyst, plataforma de pesquisa que divulga os produtos mais buscados do momento. A peça em questão ocupou o segundo lugar da lista masculina publicada em agosto de 2020, viralizou no TikTok, e as pessoas se aventuraram na customização para tentar fazer um casaco igualzinho em casa. Se isso não é influência, não sabemos o que é!

Não estamos dizendo que Harry Styles é inovador por conta de seus looks sem gênero. Não! Afinal, Prince, David Bowie e Elton John já fizeram isso antes, assim como artistas da atualidade – Lil Nas X, Jaden Smith, Billy Porter, entre outros. Mas o interessante é que um ídolo das gerações jovens traz isso à tona justamente em anos em que essa discussão se faz mais do que necessária. Nas entrevistas, ele sempre diz que encara a vida com liberdade e por que não faria o mesmo com as roupas?

A lição que fica é: liberte-se dessas amarras também e garantimos que a moda será muito mais divertida!

*Matéria feita por Sofia Rollo Duarte.

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