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Aprenda sobre vitrais com Paulo Vicelli

05/03/21 | Por Nelize Dezzen

Paulo Vicelli é diretor institucional da Pinacoteca

Os vitrais são um tipo de janela toda de vidro colorido, formado por vidrinhos que compõe uma figura maior, tipo um mosaico. A depender da técnica, eles também são pintados direto no vidro.

Vitrais se tornaram populares no ocidente durante a idade média. Eram recursos arquitetônicos muito utilizados pelo estilo gótico por permitir a entrada de mais luz dentro dos edifícios cada vez maiores e mais altos.

Só que além de mais luz, eram um recurso dramático e de rara beleza, colorindo o ambiente quando a luz do sol penetrava por seus janelões. É bem mais comum encontrarmos vitrais em igrejas e catedrais, mas não só. Algumas casas e comércios também tinham (tem) vitrais como artigo decorativo.

No final do século XIX a moda dos vitrais teve um revival. Pouca gente sabe, mas a joalheria Tiffany&Co. trouxe fama e glamour para o seu negócio não só com jóias mas com vitrais. Louis Comfort Tiffany (1848 – 1933) se tornou um importante e desejado designer por conta dos mosaicos de vidro que refletiam a luz e podiam ser usados como cúpulas de abajures ou acessórios decorativos para a casa.

No Brasil o boom dos vitrais se deu pelas mãos e talento do imigrante alemão Conrado Sorgenicht, que em 1889 fundou a Casa Conrado, que por 100 anos produziu vitrais para grandes edifícios de todo o país, como o Mercado Municipal de São Paulo (SP), a Catedral da Sé (SP), as Termas de Araxá (MG), o Museu Militar (RJ), a Bolsa do Café de Santos (SP), a igreja Luterana de Blumenau (SC) entre tantas preciosidades.

Confira algumas fotos:

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