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05 fev 2019

O que será da Chanel sem Karl Lagerfeld? Grandes nomes da moda dizem pra você!

20/02/19 Business | Por Alline Dauroiz
  • *Colaborou Vinícius Lasserre
FLORENCE, ITALY - APRIL 22:  (EDITORS NOTE: Image has been converted to black and white)  Karl Lagerfeld attends the Conde' Nast International Luxury Conference at Palazzo Vecchio on April 22, 2015 in Florence, Italy.   (Photo by Vittorio Zunino Celotto/Getty Images for Conde' Nast International Luxury Conference)
Getty Images

Passada a notícia inicial da morte de Karl Lagerfeld, ícone da moda do século 20 e 21 (clique AQUI pra ver  as curiosidades sobre o kaiser), a pergunta que não quer calar é: e agora, como fica a Chanel sem a presença diária de Karl? Lembrando que ele era diretor criativo não somente da Chanel, mas da Fendi e de sua marca homônima, Karl Lagerfeld. No mesmo dia da morte do estilista alemão, a Chanel anunciou que quem assume a direção criativa da marca é Virginie Viard, então diretora de núcleo da Chanel e braço direito de Karl desde 1987. Será que foi um pedido dele?

Quem responde a todos esses questionamentos e fala sobre o legado do estilista são quatro mulheres, grandes nomes da moda brasileira. Confira:

Costanza Pascolato, papisa da moda brasileira

Karl Lagerfeld conseguiu manter viva a mística da Chanel − a marca mais reconhecida no mundo, atualmente. Seus símbolos são clássicos que perduram: o tweed, o casaqueto, a camélia, as bolsas de matelassê... Isso é marketing bem feito por mais de 35 anos. É evidente que, hoje, todo o sistema da moda está mudando: o que importa é fazer network. E isso ele também sabia fazer como ninguém. Não sei se a Virginie Viard  tem essa habilidade. Porque uma coisa é criar moda. Outra é fazer network em torno de uma marca.. E grifes como a Chanel são muito mais business do que moda, hoje em dia. Em termos de moda, não acredito que vão mudar muito. Chanel está estabelecida. As pessoas que compram Chanel estão atrás de perpetuar a mítica. Muito diferente de quem busca Dior, por exemplo, que quer sempre a novidade.

Acho que Karl tinha o fôlego de 12 dragões: aos 85 anos de idade, 64 de carreira, ele lançava anualmente oito coleções! E sempre com suas ideias inovadoras, provocantes, críticas, pop.... Fora que ele, ainda hoje, conseguia transformar a própria imagem em símbolo (que rendia dinheiro em sua marca homônima), além de equilibrar muito bem a direção criativa de duas grandes marcas de luxo, a Chanel e a Fendi. Ele tinha uma habilidade extraordinária e um conhecimento profundo de todo o sistema. Também sabia trabalhar em equipe e valorizar os seus. Não à toa todos os que trabalhavam com ele eram só elogios, e suas equipes são as mesmas há décadas. Sinal de bom caratismo e profundo respeito pelo trabalho do outro. Além de esperteza, já que ele precisava das equipes pra dar conta de tantas funções. Eu, que vou completar 80 anos em 2019, posso dizer que está chegando ao fim uma geração na moda, que levava esse negócio com responsabilidade absoluta!

costanza-pascolato-regram

"Uma coisa é criar moda, outra é fazer network em torno da marca. Isso, Karl também sabia fazer bem. Não sei se Virginie Viard tem essa habilidade, tão importante hoje"

Daniela Falcão,  CEO da editora Globo Condé Nast

“Para a Chanel, sua maior contribuição foi ter adaptado continuamente os códigos da Maison conforme o mundo ia mudando, além de ter conseguido se manter por tanto tempo na marca, num mercado marcado por passagens efêmeras. Para a moda, mais que um grande costureiro, era um brilhante image maker. Os desfiles monumentais, a fusão de alta moda e cultura pop, tudo isso veio da cabeça de Lagerfeld. A opção por ter Virginie Viard, que era chefe de estúdio de Lagerfeld, como nova diretora criativa mostra que a marca está confortável com sua atuação, posição e vendas. É um sinal de não ruptura.”

"Ter Virginie Viard mostra que a marca está confortável com sua atuação, posição e vendas. É um sinal de não ruptura"

daniela-falcacc83o

Glória Kaliljornalista e consultora de moda

“Acho que o maior legado do Karl Lagerfeld para a moda e, especialmente, para a Chanel é a cultura da empresa. Era uma pessoa que tinha um profundo respeito pela cultura da empresa, porque era um homem da cultura. Quem o conheceu bem, sabia que era um homem extremamente culto. Ele conhecia história, arte, literatura... Era um homem clássico, de cultura clássica. E como tal, era uma pessoa que respeitou a cultura da Chanel, da moda dela, do que ela pretendia, do espírito da roupa. E isso vai embora com ele. Dificilmente, esse homem será substituído. Ele, realmente, é insubstituível e a marca está diante de um dilema. Vamos ver como ela vai resolver.”

"O maior legado do Karl foi respeitar a cultura da empresa. Ele, realmente, é insubstituível e a marca está diante de um dilema."

estilo-sa-1

Lilian Pacce jornalista e consultora de moda

“Karl é uma das pessoas mais autênticas e generosas que conheci no mundo da moda. Um gênio, jovem, incansável, uma perda enorme. Um dos poucos a ter personalidade própria independente das marcas para as quais trabalhava, independente do que o marketing achava apropriado ou não. Karl era sempre Karl. Agora, o que será da Chanel? Ele mesmo dizia que nunca olhava pra trás, só se interessava pelo amanhã, pelo futuro. Ele não reinventava a Chanel, ele apenas queria trazer seu legado para o mundo contemporâneo. Virginie era seu bração direito por décadas - assim como a maioria de sua equipe, todos muito próximos, por muitos e muitos anos. Ela domina os códigos Chanel e tem todo domínio do processo. Mas se tem carisma... Isso já não sei.”

"Virginie Viard domina os códigos Chanel e tem domínio do processo. Mas se tem carisma, já não sei "

31749eda5dd5623e077624afdd2ecc19

Adriana Bechara jornalista de moda

“Num mundo onde as coisas estão cada vez mais acereladas e rapidamente substituíveis (inclusive a fama, o sucesso...), a lição do Lagerfeld não é só a genialidade. Muitos têm a genialidade, mas não têm outras qualidades. Ele não só se reinventou o tempo todo, como fez isso com constância, perseverança, resiliência, compromisso, senso de humor, senso de timing.... E por 64 anos! É incrível! O cara trabalhou até morrer. E, com isso, foi se lapidando, evoluindo... Não é à toa que se tornou um dos nomes mais importantes da moda dos séculos 20 e 21. Era um bastião, uma referência viva. Acho que agora vai continuar com a mesma presença de quem estava vivo. É uma perda enorme para o mundo da moda, e é uma lição de vida para as gerações futuras.”

"Karl não só teve a genialidade, mas perseverança, disciplina, paixão, compromisso, resiliência... E vai continuar muito presente."

adriana-bechara

E você, pra que lado acha que Chanel vai seguir? Como você via a atuação do kaiser em todas as suas funções? Conta pra gente?

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Alline Dauroiz
| Team GE
Jornalista, roteirista e editora de conteúdo | #TeamGE
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O que será da Chanel sem Karl Lagerfeld? Grandes nomes da moda dizem pra você!

20/02/19 Business | Por Alline Dauroiz
  • *Colaborou Vinícius Lasserre
FLORENCE, ITALY - APRIL 22:  (EDITORS NOTE: Image has been converted to black and white)  Karl Lagerfeld attends the Conde' Nast International Luxury Conference at Palazzo Vecchio on April 22, 2015 in Florence, Italy.   (Photo by Vittorio Zunino Celotto/Getty Images for Conde' Nast International Luxury Conference)
Getty Images

Passada a notícia inicial da morte de Karl Lagerfeld, ícone da moda do século 20 e 21 (clique AQUI pra ver  as curiosidades sobre o kaiser), a pergunta que não quer calar é: e agora, como fica a Chanel sem a presença diária de Karl? Lembrando que ele era diretor criativo não somente da Chanel, mas da Fendi e de sua marca homônima, Karl Lagerfeld. No mesmo dia da morte do estilista alemão, a Chanel anunciou que quem assume a direção criativa da marca é Virginie Viard, então diretora de núcleo da Chanel e braço direito de Karl desde 1987. Será que foi um pedido dele?

Quem responde a todos esses questionamentos e fala sobre o legado do estilista são quatro mulheres, grandes nomes da moda brasileira. Confira:

Costanza Pascolato, papisa da moda brasileira

Karl Lagerfeld conseguiu manter viva a mística da Chanel − a marca mais reconhecida no mundo, atualmente. Seus símbolos são clássicos que perduram: o tweed, o casaqueto, a camélia, as bolsas de matelassê... Isso é marketing bem feito por mais de 35 anos. É evidente que, hoje, todo o sistema da moda está mudando: o que importa é fazer network. E isso ele também sabia fazer como ninguém. Não sei se a Virginie Viard  tem essa habilidade. Porque uma coisa é criar moda. Outra é fazer network em torno de uma marca.. E grifes como a Chanel são muito mais business do que moda, hoje em dia. Em termos de moda, não acredito que vão mudar muito. Chanel está estabelecida. As pessoas que compram Chanel estão atrás de perpetuar a mítica. Muito diferente de quem busca Dior, por exemplo, que quer sempre a novidade.

Acho que Karl tinha o fôlego de 12 dragões: aos 85 anos de idade, 64 de carreira, ele lançava anualmente oito coleções! E sempre com suas ideias inovadoras, provocantes, críticas, pop.... Fora que ele, ainda hoje, conseguia transformar a própria imagem em símbolo (que rendia dinheiro em sua marca homônima), além de equilibrar muito bem a direção criativa de duas grandes marcas de luxo, a Chanel e a Fendi. Ele tinha uma habilidade extraordinária e um conhecimento profundo de todo o sistema. Também sabia trabalhar em equipe e valorizar os seus. Não à toa todos os que trabalhavam com ele eram só elogios, e suas equipes são as mesmas há décadas. Sinal de bom caratismo e profundo respeito pelo trabalho do outro. Além de esperteza, já que ele precisava das equipes pra dar conta de tantas funções. Eu, que vou completar 80 anos em 2019, posso dizer que está chegando ao fim uma geração na moda, que levava esse negócio com responsabilidade absoluta!

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"Uma coisa é criar moda, outra é fazer network em torno da marca. Isso, Karl também sabia fazer bem. Não sei se Virginie Viard tem essa habilidade, tão importante hoje"

Daniela Falcão,  CEO da editora Globo Condé Nast

“Para a Chanel, sua maior contribuição foi ter adaptado continuamente os códigos da Maison conforme o mundo ia mudando, além de ter conseguido se manter por tanto tempo na marca, num mercado marcado por passagens efêmeras. Para a moda, mais que um grande costureiro, era um brilhante image maker. Os desfiles monumentais, a fusão de alta moda e cultura pop, tudo isso veio da cabeça de Lagerfeld. A opção por ter Virginie Viard, que era chefe de estúdio de Lagerfeld, como nova diretora criativa mostra que a marca está confortável com sua atuação, posição e vendas. É um sinal de não ruptura.”

"Ter Virginie Viard mostra que a marca está confortável com sua atuação, posição e vendas. É um sinal de não ruptura"

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Glória Kaliljornalista e consultora de moda

“Acho que o maior legado do Karl Lagerfeld para a moda e, especialmente, para a Chanel é a cultura da empresa. Era uma pessoa que tinha um profundo respeito pela cultura da empresa, porque era um homem da cultura. Quem o conheceu bem, sabia que era um homem extremamente culto. Ele conhecia história, arte, literatura... Era um homem clássico, de cultura clássica. E como tal, era uma pessoa que respeitou a cultura da Chanel, da moda dela, do que ela pretendia, do espírito da roupa. E isso vai embora com ele. Dificilmente, esse homem será substituído. Ele, realmente, é insubstituível e a marca está diante de um dilema. Vamos ver como ela vai resolver.”

"O maior legado do Karl foi respeitar a cultura da empresa. Ele, realmente, é insubstituível e a marca está diante de um dilema."

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Lilian Pacce jornalista e consultora de moda

“Karl é uma das pessoas mais autênticas e generosas que conheci no mundo da moda. Um gênio, jovem, incansável, uma perda enorme. Um dos poucos a ter personalidade própria independente das marcas para as quais trabalhava, independente do que o marketing achava apropriado ou não. Karl era sempre Karl. Agora, o que será da Chanel? Ele mesmo dizia que nunca olhava pra trás, só se interessava pelo amanhã, pelo futuro. Ele não reinventava a Chanel, ele apenas queria trazer seu legado para o mundo contemporâneo. Virginie era seu bração direito por décadas - assim como a maioria de sua equipe, todos muito próximos, por muitos e muitos anos. Ela domina os códigos Chanel e tem todo domínio do processo. Mas se tem carisma... Isso já não sei.”

"Virginie Viard domina os códigos Chanel e tem domínio do processo. Mas se tem carisma, já não sei "

31749eda5dd5623e077624afdd2ecc19

Adriana Bechara jornalista de moda

“Num mundo onde as coisas estão cada vez mais acereladas e rapidamente substituíveis (inclusive a fama, o sucesso...), a lição do Lagerfeld não é só a genialidade. Muitos têm a genialidade, mas não têm outras qualidades. Ele não só se reinventou o tempo todo, como fez isso com constância, perseverança, resiliência, compromisso, senso de humor, senso de timing.... E por 64 anos! É incrível! O cara trabalhou até morrer. E, com isso, foi se lapidando, evoluindo... Não é à toa que se tornou um dos nomes mais importantes da moda dos séculos 20 e 21. Era um bastião, uma referência viva. Acho que agora vai continuar com a mesma presença de quem estava vivo. É uma perda enorme para o mundo da moda, e é uma lição de vida para as gerações futuras.”

"Karl não só teve a genialidade, mas perseverança, disciplina, paixão, compromisso, resiliência... E vai continuar muito presente."

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Karl Lagerfeld: 8 curiosidades e momentos incríveis da carreira do kaiser

19/02/19 Moda | Por Vinicius Lasserre

Na manhã desta terça-feira (19/2), o mundo da moda amanheceu triste com a morte do estilista alemão Karl Lagerfeld, aos 85 anos, em Paris. Diretor criativo de marcas como Chanel (grife que comandou por quase 36 anos), Fendi e a grife homônima Karl Lagerfeld, o kaiser já vinha dando indícios de que andava doente...

No dia 22 de janeiro, último desfile da Chanel, na semana de alta costura, em Paris, ele não compareceu para os aplausos finais, pela primeira vez em sua carreira. Na ocasião, a marca anunciou que ele não se sentia bem e estava cansado. Em seu lugar, Virginie Viard, diretora de estúdio e braço direito de Karl desde 1987, surgiu para se despedir da plateia. É Virgínie, inclusive, que vai assumir o posto de diretora criativa da Chanel, numa clara alusão da label à continuidade do legado de Lagerfeld.

E, pra prestar uma homenagem em grande estilo a um dos maiores ícones da moda do século 20 e 21, selecionamos os melhores momentos e  curiosidades do kaiser ao longo dos anos. #RIPKarlLagerfeld

1 - Qual era a idade real de Karl?

Sempre muito misterioso, Karl fazia questão de manter algumas informações sobre sua vida em sigilo, como por exemplo sua idade!
Durante muitos anos, ele dizia ter nascido em 1938. Depois, passou a dizer que nasceu em 1933. A última atualização dele foi em 2013, quando garantiu ter nascido em 1935.

Mas, afinal, qual será a informação verdadeira? Kkk Os registros mais concretos dão conta que ele nasceu mesmo em 1933.

ROME, ITALY - MARCH 10:  Karl Lagerfeld attends Palazzo FENDI And ZUMA Inauguration on March 10, 2016 in Rome, Italy.  (Photo by Ernesto Ruscio/Getty Images for FENDI)

2 - O início, na Balmain

Seu primeiro job na moda já foi numa grande marca, a Balmain, onde trabalhou por três anos, depois de vencer um concurso de design, na categoria "casacos". Pierre Balmain o contratou em 1955. Ao lado, um dos poucos registros de sua época na empresa.

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3 - Karl foi vaiado ao apresentar sua primeira coleção

Ao sair da Balmain, Karl foi trabalhar na grife Jean Patou, onde ficou por cinco anos. Foi lá que apresentou suas primeiras coleções de alta costura. Em julho de 1958, no entanto, quando apresentou sua primeira coleção, usou o pseudônimo de Roland Karl e chegou a ser vaiado e receber críticas negativas. 

Quando entrou como freelancer na Chloé, pela primeira vez, ele desenhou peças a cada estação. Seu primeiro destaque foi em 1973, com uma coleção mais fluida e pequenas inspirações (acredite) em Carmem Miranda! E na Chloé ficou por mais de 20 anos.

Também comandava a Fendi desde 1965. E, quando a marca estreou na semana de moda de Paris, em 2015, Karl entrou para a história como o primeiro estilista a comandar dois desfiles de alta-costura na mesma temporada.

chloe - primavera 1973 Karl Lagerfeld 3
Senza-titolo-3-4
German designer Karl Lagerfeld showing his Spring 1973 Ready to Wear line for Chloe
PARIS, FRANCE - MARCH 07:  Designer Karl Lagerfeld and his godson Hudson Kroenig are seen on the runway during the finale of the Chanel show as part of the Paris Fashion Week Womenswear Fall/Winter 2017/2018 on March 7, 2017 in Paris, France.  (Photo by Pascal Le Segretain/Getty Images)

4 - Entrou na Chanel num momento de crise da marca

Em 1983, Karl foi convidado a revitalizar a grife, que andava meio caída. A ideia, desde o início, era resgatar o estilo da fundadora, Coco Chanel, que morreu em 1971. E, num case incrível de branding, ele foi fiel a esse propósito até o fim: ao longo dos anos, conseguiu criar desejo pelas peças icônicas da label francesa, mantendo as características da marca, mas sempre buscando inovar. As peças clássicas, como os pretinhos básicos, o tailler, sapatos bicolores, a camélia e o colar de pérolas sempre apareciam nas coleções, mas de maneira diferente. 

Ele também ficou responsável por desenvolver a linha de fragrâncias, que foram um completo sucesso!

5 - Ah, os desfiles grandiosos!

Depois da revitalização da marca, a Chanel começou a apostar em desfiles de meia temporada incrivelmente gigantes! Karl criava um verdadeiro mundo paralelo dentro do Grand Palais, para apresentar suas coleções. Um mercado, uma base da NASA, um porto, um jardim vitoriano... Cada temporada, a gente esperava pra saber a que mundo o kaiser iria nos levar...

6 - A bolsa Hula Hoop

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Durante sua passagem pela Chanel, algumas de suas criações foram icônicas, como a bolsa Hula Hoop (a bolsa-bambolê). Desfilada na coleção Primavera 2013 da Chanel, a peça gigante gerou polêmica até entre os mais fashionistas. Karl chegou a defender que ela era uma ótima opção para praia e que seu formato permitia, inclusive, apoiar a toalha na praia... kkkk

Logo depois, porém, a grife passou a vender a versão míni da Hula Hoop, por £ 1.500. Claro que a intenção do "formato conceito giga" era mostrar a forma inovadora e criativa da bolsa.

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7 - Collabs de sucesso!

Karl Lagerfeld levou as collabs com marcas de fast-fashion a outro patamar. E seu sucesso neste campo também incentivou outras grifes de luxo a flertar com a massa, em coleções-cápsula desejo.

As coleções de Karl com marcas como Diesel, H&M, Melissa e Riachuelo tinham o costume de esgotar todas as peças em questão de dias.

gisele por karl

8 - Ele era um exímio fotógrafo

Outra paixão de Karl era a fotografia. Em 1987,  ele fez fotos para um press kit da Chanel (material destinado à imprensa) e não parou mais! Em 1998, abriu a Lagerfeld Gallery, dedicada à fotografia.

Em 2015, reuniu vários trabalhos e lançou a exposição A Visual Journey, na Pinacothèque de Paris. Em 2010, fotografou em Buenos Aires para a Chanel.

Depois, a mostra The Litttle Black Jacket reuniu 113 fotos tiradas por Karl  de personalidades como Olivier Theyskens, Anna Wintour, Yoko Ono e Uma Thurman. A expo foi um sucesso! Passou por Tóquio, NY, Taipei, Hong Kong, Londres, Moscou, Paris e Milão.

Ele também fotografou a capa de algumas das revistas de moda mais relevantes do mundo. Uma de suas participações mais icônicas como fotógrafo foi para a Vogue Brasil, quando clicou sua gatinha, a famosa Choupette, no colo de Gisele Bündchen pra capa de dezembro de 2014.

kim-kardashian-karl-lagerfeld-lg

Acho que só podemos agradecer por tantos feitos pela moda, né? Descanse em paz, Karl!

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Vinicius Lasserre
| Team GE
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Make de Carnaval: missão metalizado, por Daniele da Mata

16/02/19 #BeautyExpertGE | Por Daniele da Mata

Hey, garota, tudo bem?

Confesso que tô ficando empolgada pro Carnaval. E você? Como sabe, estou começando no mundo da folia, bloquinhos e afins, mas de um brilho eu sempre gostei! Neste tutorial, o foco então é brilhar MUITO, mas com produtos que durem até o final de tudo. Então, é uma aulinha completa, com passo a passo de olhos, pele e truques de maquiadora fada ;o)

Pra adiantar, já fiz a sobrancelha, e a minha pálpebra já está com pó  pra fixar o corretivo. A ideia é você juntar todos os potinhos de glitter específico pros olhos e misturá-los. Pra ter mais fixação, usei o Acqua Seal, da Make Up For Ever, mas você pode usar um fixador de glitter também, que terá a mesma função.

TRUQUE MATA: Se quiser um efeito supersimétrico, é bacana usar uma fita adesiva pra tirar o excesso. Isso é o que me salva, quando estou em estúdio de gravação de vídeo ou TV − é que, no HD, qualquer brilho fora do lugar já aparece.

PRODUTOS USADOS

  • - Glitter 3D Platinum, M.A.C, R$ 110
  • - Glitter Reflects Blue, M.A.C, R$ 110
  • - Glitter Yellow Gold, NYX, R$ 32
  • - Aqua Seal, Make Up For Ever, R$ 92
  • - Body Glitter (cor Unicorn), Rolezzeras, R$ 50
  • - Base All Day Luminous Weightless (cor Macao), Nars, RS 275
  • - Base All Day Luminous Weightless (cor Iguaçu), Nars, RS 275
  • - Pó Translúcido Compacto Instamatte, Quem Disse, Berenice?, R$ 56
  • - Pó Compacto com FPS 15 (cor 03), Negra Rosa, R$ 38
  • - Batom líquido matte (cor Aisha), Negra Rosa, R$ 26
  • - Batom Líquido com Glitter (cor Moon Rock), Vult, R$ 30
  • - Máscara para cílios à prova d'água Una, Natura, R$ 38
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M.A.C, R$ 110
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Make Up For Ever, R$ 92

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Nars, R$ 275

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Quem Disse, Berenice?, R$ 56

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Negra Rosa, R$ 38

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Negra Rosa, R$ 26

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Vult, R$ 30

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Natura, R$ 38

Bora ficar toda metalizada e glitterizada nos bloquinhos? Marque o @garotasestupidas e a @damatamakeup no Insta? Vou adorar dar regram!

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Daniele da Mata
| Team GE
Make Up Artist, apaixonada por maquiagem para pele negra
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20/02/19
Business
O que será da Chanel sem Karl Lagerfeld? Grandes nomes da moda dizem pra você!
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19/02/19
Moda
Karl Lagerfeld: 8 curiosidades e momentos incríveis da carreira do kaiser
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16/02/19
#BeautyExpertGE
Make de Carnaval: missão metalizado, por Daniele da Mata
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15/02/19
Fashion Week
NYFW: as 10 melhores trends da semana de moda americana
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13/02/19
Cultura
Coluna da Bruna: o que achei do filme “Vidro” (contém spoilers!)
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09/02/19
#BeautyExpertGE
Delineado azul gráfico, por Marília Lacerda
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CAMILA COUTINHO
Camila Coutinho criou o Garotas Estúpidas, primeiro blog de moda brasileiro, em 2006. De lá pra cá, a recifense virou referência no mercado nacional e internacional: em 2015 integrou a seleção “30 under 30” da Forbes Brasil e em 2017 entrou para a seleta lista BoF500 do site britânico Business of Fashion, que elege as personalidades que estão fazendo a diferença no mundo da moda; no ano seguinte lançou seu primeiro livro, “Estúpida, Eu?”, pela editora Intrínseca
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