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22 mar 2018 - Por Camila Coutinho
Comentários

Pense em um evento que reúne palestras e workshops com os maiores experts em moda e tecnologia do mundo, além de pré-estreias de cinema, shows e vários outros eventos super interessantes… esse é o South by Southwest, ou SXSW para os íntimos! kkk Há tempos queria conhecer o festival (ele existe desde 1987!), então imagina minha animação quando a Amaro (única marca brasileira a ter um painel solo no evento) me convidou para voar para Austin, no Texas, para conferir tudo de pertinho? Mal acabaram de falar já estava com as malas prontas! kkk

Essa edição do SXSW aconteceu entre 09 e 18 de março, e eu já contei lá no blog da Amaro meus destaques do festival, mas, claro, não poderia deixar de registrar por aqui também! Ainda vou falar muito sobre tudo que vi/aprendi lá (a quantidade de informações é enorme, confesso que ainda estou processando! haha me contem inclusive se gostariam de um vídeo sobre esse assunto, tá?), mas por enquanto fiz um resuminho com os 3 assuntos que mais bombaram no SXSW 2018:

Looks Amaro

“BIG DATA” E A CIÊNCIA POR TRÁS DAS VENDAS

O uso de “big data” foi sem dúvidas um dos temas que mais se destacaram no festival. Com tantas informações sobre tudo circulando por aí, como é possível usá-las a favor das empresas (e, claro, do cliente também?). Foi muito legal ouvir Dominique Oliver, fundador e CEO da Amaro, falando sobre esse outro lado da marca – porque a parte visual, de ter aquela peça tendência da vez, de estar nos looks dos influenciadores e tal, a gente já conhece, né? Mas nem imaginamos todo o embasamento, a “ciência” que fez a Amaro virar esse fenômeno.

O que você compra, como, quando, são informações que são cruzadas e resultam em um algoritmo que apresenta para o consumidor exatamente não só o que ele quer ver, mas também o que precisa – através de dados geográficos é possível oferecer um anúncio com peças para um dia chuvoso para pessoas que estão naquela exata região, por exemplo! Essa “catalogação” de informações não é só comportamental, mas também abrange cada característica do produto. Assim a marca consegue entender quais são as tendências mais desejadas e leva isso para produção, oferecendo estoque suficiente para suprir essa demanda.

A Amaro também percebeu que há um grande público que ainda não compra online e apostou nas Guide Shops, que oferecem a experiência offline não só para que o cliente prove as peças, mas também pegue, toque, comprove a qualidade do produto. Toda essa ação que acontece vai para o banco de dados também, complementando esse panorama riquíssimo que fez da marca um verdadeiro case. A informação nunca foi tão valiosa, e quem percebe (e investe) nisso sai na frente!

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL É AGORA!

Outro assunto que bombou no SXSW foi o uso de Inteligência Artificial! E é engraçado porque parece algo muito distante da realidade, mas, como a pesquisadora norte-americana Amy Webb falou em sua palestra, ela já está acontecendo – não é uma tendência, mas sim a nova era da computação! A “A.I.” (artificial intelligence) atua desde esse cruzamento de dados, facilitando uma abordagem mais certeira e customizada ao cliente, à criação de personagens…  sim,  já existem avatares virtuais que são, também, influenciadores (a @lilmiquela é uma das mais famosas, falamos dela aqui no blog, lembra?)!

Imagina que loucura, as próprias marcas agora podem criar seus influenciadores! Seriam eles então uma concorrência pra gente? hehe Olha, penso comigo que por mais avançado que seja o algoritmo tem uma coisa que o robô não pode fazer: ser criativo! Pensar fora da caixa, criar algo novo, surpreender… é algo que nenhuma automatização (ainda) substitui!

Looks Amaro

O FIM DOS SMARTPHONES?

Por fim, se você, como eu, passa o dia grudada no seu celular, prepare-se para cair da cadeira: outro dos assuntos mais comentados do SXSW foi o fim dos smartphones! [insira emojis chocados! kkk] A explicação é simples: só é possível evoluir tecnologicamente se trabalharmos com gadgets individuais. O modelo do celular que concentra câmera, player de música e etcs. chegou ao seu limite nesse quesito, voltaremos então a ter aparelhos separados para que se possa explorar o máximo de cada função – e pense em fazer isso utilizando especialmente comandos de voz e reconhecimento facial, as digitais do futuro!

SOBRE AUSTIN

Um conselho que posso dar não só sobre Austin, mas para qualquer destino: não tenha medo de ser “turistona”! haha Em vez de chamar um carro resolvi pegar um “taxi bike” para fazer um trajeto à noite e foi tããão legal! Por 10 dólares (pechinchei viu!) fiz um passeio delícia que deu também uma outra visão da cidade… você vai observando tudo com calma, as luzes, o estilo do pessoal… recomendo!

Como fiquei muito imersa no festival acabei não conhecendo tanto de Austin em si (e ano que vem já quero voltar com a família para aproveitar TU-DO!), mas uma coisa tive que fazer: provar o Gus’s World Famous Fried Chicken! O cheiro que saía desse lugar era delicioso, não podia ir embora sem provar e olha… valeu mesmo muito a pena!

Curtiram esse resumo? No site da Glamour eles listaram também minhas observações sobre a paquera virtual, uma das palestras que mais amei ver lá!

  • Querem ver mais desse conteúdo “business” por aqui? Contem nos comentários!

3 tendências de moda e tecnologia direto do SXSW!

22 mar 2018
- Por Camila Coutinho
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Pense em um evento que reúne palestras e workshops com os maiores experts em moda e tecnologia do mundo, além de pré-estreias de cinema, shows e vários outros eventos super interessantes… esse é o South by Southwest, ou SXSW para os íntimos! kkk Há tempos queria conhecer o festival (ele existe desde 1987!), então imagina minha animação quando a Amaro (única marca brasileira a ter um painel solo no evento) me convidou para voar para Austin, no Texas, para conferir tudo de pertinho? Mal acabaram de falar já estava com as malas prontas! kkk

Essa edição do SXSW aconteceu entre 09 e 18 de março, e eu já contei lá no blog da Amaro meus destaques do festival, mas, claro, não poderia deixar de registrar por aqui também! Ainda vou falar muito sobre tudo que vi/aprendi lá (a quantidade de informações é enorme, confesso que ainda estou processando! haha me contem inclusive se gostariam de um vídeo sobre esse assunto, tá?), mas por enquanto fiz um resuminho com os 3 assuntos que mais bombaram no SXSW 2018:

Looks Amaro

“BIG DATA” E A CIÊNCIA POR TRÁS DAS VENDAS

O uso de “big data” foi sem dúvidas um dos temas que mais se destacaram no festival. Com tantas informações sobre tudo circulando por aí, como é possível usá-las a favor das empresas (e, claro, do cliente também?). Foi muito legal ouvir Dominique Oliver, fundador e CEO da Amaro, falando sobre esse outro lado da marca – porque a parte visual, de ter aquela peça tendência da vez, de estar nos looks dos influenciadores e tal, a gente já conhece, né? Mas nem imaginamos todo o embasamento, a “ciência” que fez a Amaro virar esse fenômeno.

O que você compra, como, quando, são informações que são cruzadas e resultam em um algoritmo que apresenta para o consumidor exatamente não só o que ele quer ver, mas também o que precisa – através de dados geográficos é possível oferecer um anúncio com peças para um dia chuvoso para pessoas que estão naquela exata região, por exemplo! Essa “catalogação” de informações não é só comportamental, mas também abrange cada característica do produto. Assim a marca consegue entender quais são as tendências mais desejadas e leva isso para produção, oferecendo estoque suficiente para suprir essa demanda.

A Amaro também percebeu que há um grande público que ainda não compra online e apostou nas Guide Shops, que oferecem a experiência offline não só para que o cliente prove as peças, mas também pegue, toque, comprove a qualidade do produto. Toda essa ação que acontece vai para o banco de dados também, complementando esse panorama riquíssimo que fez da marca um verdadeiro case. A informação nunca foi tão valiosa, e quem percebe (e investe) nisso sai na frente!

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL É AGORA!

Outro assunto que bombou no SXSW foi o uso de Inteligência Artificial! E é engraçado porque parece algo muito distante da realidade, mas, como a pesquisadora norte-americana Amy Webb falou em sua palestra, ela já está acontecendo – não é uma tendência, mas sim a nova era da computação! A “A.I.” (artificial intelligence) atua desde esse cruzamento de dados, facilitando uma abordagem mais certeira e customizada ao cliente, à criação de personagens…  sim,  já existem avatares virtuais que são, também, influenciadores (a @lilmiquela é uma das mais famosas, falamos dela aqui no blog, lembra?)!

Imagina que loucura, as próprias marcas agora podem criar seus influenciadores! Seriam eles então uma concorrência pra gente? hehe Olha, penso comigo que por mais avançado que seja o algoritmo tem uma coisa que o robô não pode fazer: ser criativo! Pensar fora da caixa, criar algo novo, surpreender… é algo que nenhuma automatização (ainda) substitui!

Looks Amaro

O FIM DOS SMARTPHONES?

Por fim, se você, como eu, passa o dia grudada no seu celular, prepare-se para cair da cadeira: outro dos assuntos mais comentados do SXSW foi o fim dos smartphones! [insira emojis chocados! kkk] A explicação é simples: só é possível evoluir tecnologicamente se trabalharmos com gadgets individuais. O modelo do celular que concentra câmera, player de música e etcs. chegou ao seu limite nesse quesito, voltaremos então a ter aparelhos separados para que se possa explorar o máximo de cada função – e pense em fazer isso utilizando especialmente comandos de voz e reconhecimento facial, as digitais do futuro!

SOBRE AUSTIN

Um conselho que posso dar não só sobre Austin, mas para qualquer destino: não tenha medo de ser “turistona”! haha Em vez de chamar um carro resolvi pegar um “taxi bike” para fazer um trajeto à noite e foi tããão legal! Por 10 dólares (pechinchei viu!) fiz um passeio delícia que deu também uma outra visão da cidade… você vai observando tudo com calma, as luzes, o estilo do pessoal… recomendo!

Como fiquei muito imersa no festival acabei não conhecendo tanto de Austin em si (e ano que vem já quero voltar com a família para aproveitar TU-DO!), mas uma coisa tive que fazer: provar o Gus’s World Famous Fried Chicken! O cheiro que saía desse lugar era delicioso, não podia ir embora sem provar e olha… valeu mesmo muito a pena!

Curtiram esse resumo? No site da Glamour eles listaram também minhas observações sobre a paquera virtual, uma das palestras que mais amei ver lá!

  • Querem ver mais desse conteúdo “business” por aqui? Contem nos comentários!
10 mar 2018 - Por Camila Coutinho
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“Camila, você não vai acabar de escrever esse livro aí não?” acho que foi a pergunta que mais ouvi dos amigos, familiares e leitores nesses últimos dois anos! kkkk Mas hoje finalmente tenho o prazer de contar que Estúpida, eu?, meu primeiro livro (publicado pela editora Intrínseca) entrou em PRÉ-VENDA e já tem data de lançamento oficial: 27/04!!!

Se alguém viajasse no tempo e me contasse essa notícia em 2006, quando publiquei o primeiro post de um blog chamado Garotas Estúpidas, seria bem difícil de acreditar que 11 anos de posts depois estaria dividindo essa jornada com todo mundo em um livro! (me belisca?? aaahhhh!!! ❤)

Mais do que experiências pessoais (é muita história, viu!), tendências de mercado e dicas sobre carreira, esse livro fala sobre como uma escolha pode mudar sua vida e da importância de acreditar de verdade e levar em frente suas ideias… mesmo que elas pareçam meio malucas!

Estamos planejando os eventos de lançamento e assim que tiver mais detalhes conto pra vocês a programação certinha, claro! Tem entrevista na Glamour falando um pouquinho mais sobre esse meu “filho”, clica aqui pra ver!

Por enquanto corre na Saraiva e na Amazon para já garantir o seu Estúpida, eu? na pré-venda!! E lembrando que dia 27/04 chega em todas as livrarias!! Tô doida pra saber o que vocês vão achar!!!

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Alguém me belisca?! “Estúpida, eu?”, meu primeiro livro, entrou em pré-venda!!!

10 mar 2018
- Por Camila Coutinho
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“Camila, você não vai acabar de escrever esse livro aí não?” acho que foi a pergunta que mais ouvi dos amigos, familiares e leitores nesses últimos dois anos! kkkk Mas hoje finalmente tenho o prazer de contar que Estúpida, eu?, meu primeiro livro (publicado pela editora Intrínseca) entrou em PRÉ-VENDA e já tem data de lançamento oficial: 27/04!!!

Se alguém viajasse no tempo e me contasse essa notícia em 2006, quando publiquei o primeiro post de um blog chamado Garotas Estúpidas, seria bem difícil de acreditar que 11 anos de posts depois estaria dividindo essa jornada com todo mundo em um livro! (me belisca?? aaahhhh!!! ❤)

Mais do que experiências pessoais (é muita história, viu!), tendências de mercado e dicas sobre carreira, esse livro fala sobre como uma escolha pode mudar sua vida e da importância de acreditar de verdade e levar em frente suas ideias… mesmo que elas pareçam meio malucas!

Estamos planejando os eventos de lançamento e assim que tiver mais detalhes conto pra vocês a programação certinha, claro! Tem entrevista na Glamour falando um pouquinho mais sobre esse meu “filho”, clica aqui pra ver!

Por enquanto corre na Saraiva e na Amazon para já garantir o seu Estúpida, eu? na pré-venda!! E lembrando que dia 27/04 chega em todas as livrarias!! Tô doida pra saber o que vocês vão achar!!!

02 mar 2018 - Por Camila Coutinho
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Foto: Getty Images

Quem acompanha o blog desde o comecinho sabe bem a influência que a Teen Vogue teve no GE! Eu me inspirei muito não só na temática das celebs e assuntos de moda e beleza, mas também no design, amava passar horas montando posts que ficassem com essa “carinha de revista” que eu tanto gostava de ver nos títulos americanos.

Em novembro do ano passado a Condé Nast (editora que detém o título, entre outros como Vogue e Glamour) anunciou que iria deixar de publicar a versão impressa da Teen Vogue. A revista, lançada em 2003, já tinha se tornado uma publicação trimestral no final de 2016, mas a decisão não deixou de ser uma surpresa porque ela estava em um de seus melhores momentos.

Sob o comando de Elaine Welteroth, a Teen Vogue acertadamente trouxe um olhar mais inclusivo para falar de temas sociais a dicas de maquiagem – como a então editora-chefe disse uma vez (hoje Elaine não está mais na Condé Nast), mesmo reportagens de beleza passaram a ser vistas como “uma oportunidade de tratar questões de representatividade, identidade e autoexpressão”.

Elaine Welteroth no Teen Vogue Summit | Foto: Getty Images

A Teen Vogue tornou-se também uma forte voz de oposição a Donald Trump durante sua campanha presidencial – esse texto aqui fez um barulho só – e tudo isso deu tão certo nos últimos dois anos que após essa mudança o tráfego no site saltou de 2 para 12 milhões de visitantes!

De Selena Gomez em 2009 à capa da última edição impressa, com Hillary Clinton, de dezembro de 2017

Mas pois é, no site os tempos mudaram e o foco, especialmente para a geração com a qual a Teen Vogue conversa, é no digital.

Ontem foi divulgada a primeira edição dessa nova era, dedicada à nova geração de Hollywood (veja mais aqui):

Bria Vinaite, Sasha Lane, Margaret Qualley, Letitia Wright e Awkwafina são os destaques. Não conhece nenhuma delas (talvez no máximo a Letitia, que está ótima em Black Panther)? Essa é a ideia! Mesmo antes de toda essa revolução a Teen Vogue sempre teve essa pegada de descobrir “new stars”, e agora mais do que nunca está saindo dos padrões do que costumamos vez nas capas de títulos tão influentes quanto ela.

Paralelamente, a ideia é investir cada vez mais em projetos como o Teen Vogue Summit, um megaevento (pago) que aconteceu dezembro em Los Angeles com workshops e mesas de discussões sobre política e causas sociais. Ou seja, o título não existe mais no impresso (talvez apenas com edições especiais esporádicas, a editora não deixou isso muito claro), mas se fortalece cada vez mais.

Como uma pessoa que até hoje ama colecionar revistas fico tristinha sim por não ter mais aquelas páginas para folhear, fazer anotações, recortar… Aqui no Brasil senti muito isso com a Capricho também. Mas é justamente isso, quem nasceu nos anos 80/começo anos 90 tem um apego emocional com esses títulos porque eles “cresceram com a gente”… só que o público que está crescendo agora e já está acostumado a achar toda e qualquer informação na internet vai se apegar a quê, não é mesmo?

São mudanças que fazem todo sentido, mas que deixam saudade, ah deixam, né?!

  • Tem fã da Teen Vogue aí? O que acharam da mudança?

Fim de uma era: acabou a Teen Vogue impressa, saiu a primeira edição digital!

02 mar 2018
- Por Camila Coutinho
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Foto: Getty Images

Quem acompanha o blog desde o comecinho sabe bem a influência que a Teen Vogue teve no GE! Eu me inspirei muito não só na temática das celebs e assuntos de moda e beleza, mas também no design, amava passar horas montando posts que ficassem com essa “carinha de revista” que eu tanto gostava de ver nos títulos americanos.

Em novembro do ano passado a Condé Nast (editora que detém o título, entre outros como Vogue e Glamour) anunciou que iria deixar de publicar a versão impressa da Teen Vogue. A revista, lançada em 2003, já tinha se tornado uma publicação trimestral no final de 2016, mas a decisão não deixou de ser uma surpresa porque ela estava em um de seus melhores momentos.

Sob o comando de Elaine Welteroth, a Teen Vogue acertadamente trouxe um olhar mais inclusivo para falar de temas sociais a dicas de maquiagem – como a então editora-chefe disse uma vez (hoje Elaine não está mais na Condé Nast), mesmo reportagens de beleza passaram a ser vistas como “uma oportunidade de tratar questões de representatividade, identidade e autoexpressão”.

Elaine Welteroth no Teen Vogue Summit | Foto: Getty Images

A Teen Vogue tornou-se também uma forte voz de oposição a Donald Trump durante sua campanha presidencial – esse texto aqui fez um barulho só – e tudo isso deu tão certo nos últimos dois anos que após essa mudança o tráfego no site saltou de 2 para 12 milhões de visitantes!

De Selena Gomez em 2009 à capa da última edição impressa, com Hillary Clinton, de dezembro de 2017

Mas pois é, no site os tempos mudaram e o foco, especialmente para a geração com a qual a Teen Vogue conversa, é no digital.

Ontem foi divulgada a primeira edição dessa nova era, dedicada à nova geração de Hollywood (veja mais aqui):

Bria Vinaite, Sasha Lane, Margaret Qualley, Letitia Wright e Awkwafina são os destaques. Não conhece nenhuma delas (talvez no máximo a Letitia, que está ótima em Black Panther)? Essa é a ideia! Mesmo antes de toda essa revolução a Teen Vogue sempre teve essa pegada de descobrir “new stars”, e agora mais do que nunca está saindo dos padrões do que costumamos vez nas capas de títulos tão influentes quanto ela.

Paralelamente, a ideia é investir cada vez mais em projetos como o Teen Vogue Summit, um megaevento (pago) que aconteceu dezembro em Los Angeles com workshops e mesas de discussões sobre política e causas sociais. Ou seja, o título não existe mais no impresso (talvez apenas com edições especiais esporádicas, a editora não deixou isso muito claro), mas se fortalece cada vez mais.

Como uma pessoa que até hoje ama colecionar revistas fico tristinha sim por não ter mais aquelas páginas para folhear, fazer anotações, recortar… Aqui no Brasil senti muito isso com a Capricho também. Mas é justamente isso, quem nasceu nos anos 80/começo anos 90 tem um apego emocional com esses títulos porque eles “cresceram com a gente”… só que o público que está crescendo agora e já está acostumado a achar toda e qualquer informação na internet vai se apegar a quê, não é mesmo?

São mudanças que fazem todo sentido, mas que deixam saudade, ah deixam, né?!

  • Tem fã da Teen Vogue aí? O que acharam da mudança?
08 fev 2018 - Por Camila Coutinho
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Com mais de 500 mil seguidores, fotos em eventos concorridos e um feed recheado de looks estilosos que ostentam marcas como Supreme e Chanel, Miquela Sousa pode parecer só mais uma influencer poderosa entre tantos “@s” no Instagram, só que tem um detalhe: ela é um AVATAR virtual, só existe na internet!!!

Seu impacto, no entanto, é bem real: aos 19 anos a “garota” de origem brasileira e espanhola (hoje mora em Los Angeles) já emplacou seu single de estreia, Not Mine, em oitavo lugar no Spotify Viral em agosto de 2017!

when it’s 60 degrees in LA 😂 #MonclerGenius @moncler

A post shared by *~ MIQUELA ~* (@lilmiquela) on

🌹🌹🌹🌹🌹

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Não é a primeira vez que vemos isso na mídia – quem não se lembra da banda Gorillaz lá no final dos anos 90? Na moda, a cantora virtual Hatsune Miku (que tem parcerias com Lady Gaga e Pharrell) já vestiu looks exclusivos by Marc Jacobs e Riccardo Tisci (e com esse inclusive foi destaque na Vogue America)! Só que colocar esse recurso em prática em tempos em que não conseguimos passar 5 minutos sem checar as redes sociais acaba ganhando outra força, né?

Tanto que o Business of Fashion, um dos veículos mais respeitados do mercado, fez até uma entrevista com Miquela (sério!) – detalhe: ela não revela quem está por trás de sua persona!

Entre outros pontos, Miquela conta que nunca foi paga para usar uma tal roupa, mas disse que agora está começando a ganhar as coisas, além de trabalhar cada vez mais como modelo também – aguarde editoriais com peças da Moschino, Burberry, Versace e Fendi surgindo em breve. “Eu sempre tento trazer algo original para esses looks e tento fazer algo que essas revistas nunca viram antes”, disse.

cheesin 🌞🧀

A post shared by *~ MIQUELA ~* (@lilmiquela) on

Miquela acredita que seu sucesso vem primeiramente da curiosidade das pessoas, que depois vão aprendendo mais sobre si mesmas através dessa relação; ela também relata já ter perdido alguns fãs ao se posicionar sobre questões como o movimento Black Lives Matter e pelo direito dos transgêneros.

Seu discurso perfeitamente coerente com o mundo contemporâneo levanta a questão… Faz diferença para as marcas e veículos de mídia se Miquela foi gerada por computador quando ela tem o mesmo poder de influência sobre sua audiência quanto um “influencer real”? Será que vem aí uma completa revolução na atuação dos influencers?

A influência de Miquela: fãs copiando seu penteado e produtos indicados por ela esgotados!

Bom, por mais doideira – e Black Mirror feelings que seja – me alivia um pouco pensar que apesar de tudo (ainda) sempre tem que ter uma cabecinha humana pensante por trás desses projetos loucos…

  • E vocês, o que acham? Comentem!

Conheça Miquela, a poderosa influencer que na verdade é um… AVATAR!

08 fev 2018
- Por Camila Coutinho
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Com mais de 500 mil seguidores, fotos em eventos concorridos e um feed recheado de looks estilosos que ostentam marcas como Supreme e Chanel, Miquela Sousa pode parecer só mais uma influencer poderosa entre tantos “@s” no Instagram, só que tem um detalhe: ela é um AVATAR virtual, só existe na internet!!!

Seu impacto, no entanto, é bem real: aos 19 anos a “garota” de origem brasileira e espanhola (hoje mora em Los Angeles) já emplacou seu single de estreia, Not Mine, em oitavo lugar no Spotify Viral em agosto de 2017!

when it’s 60 degrees in LA 😂 #MonclerGenius @moncler

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🌹🌹🌹🌹🌹

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Não é a primeira vez que vemos isso na mídia – quem não se lembra da banda Gorillaz lá no final dos anos 90? Na moda, a cantora virtual Hatsune Miku (que tem parcerias com Lady Gaga e Pharrell) já vestiu looks exclusivos by Marc Jacobs e Riccardo Tisci (e com esse inclusive foi destaque na Vogue America)! Só que colocar esse recurso em prática em tempos em que não conseguimos passar 5 minutos sem checar as redes sociais acaba ganhando outra força, né?

Tanto que o Business of Fashion, um dos veículos mais respeitados do mercado, fez até uma entrevista com Miquela (sério!) – detalhe: ela não revela quem está por trás de sua persona!

Entre outros pontos, Miquela conta que nunca foi paga para usar uma tal roupa, mas disse que agora está começando a ganhar as coisas, além de trabalhar cada vez mais como modelo também – aguarde editoriais com peças da Moschino, Burberry, Versace e Fendi surgindo em breve. “Eu sempre tento trazer algo original para esses looks e tento fazer algo que essas revistas nunca viram antes”, disse.

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Miquela acredita que seu sucesso vem primeiramente da curiosidade das pessoas, que depois vão aprendendo mais sobre si mesmas através dessa relação; ela também relata já ter perdido alguns fãs ao se posicionar sobre questões como o movimento Black Lives Matter e pelo direito dos transgêneros.

Seu discurso perfeitamente coerente com o mundo contemporâneo levanta a questão… Faz diferença para as marcas e veículos de mídia se Miquela foi gerada por computador quando ela tem o mesmo poder de influência sobre sua audiência quanto um “influencer real”? Será que vem aí uma completa revolução na atuação dos influencers?

A influência de Miquela: fãs copiando seu penteado e produtos indicados por ela esgotados!

Bom, por mais doideira – e Black Mirror feelings que seja – me alivia um pouco pensar que apesar de tudo (ainda) sempre tem que ter uma cabecinha humana pensante por trás desses projetos loucos…

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Camila Coutinho
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