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16 fev 2018 - Por Camila Coutinho
Comentários
FOTO: VOGUE US

Considerada “morna” por muitos críticos, a New York Fashion Week que se encerrou nesta semana esquentou o debate sobre o rumo (e o papel) da semana de moda. Chamou a atenção o fato de que muitas marcas importantes deixaram o line-up nova-iorquino, seja para optar por outras cidades (Altuzarra, Proenza Schouler e Rodarte foram para a semana de alta costura em Paris, Victoria Beckham, apesar de ter feito uma apresentação de sua coleção, reservou o big show para Londres), seja para seguir um ritmo próprio, como a Yeezy de Kanye West, que apostou em uma forte campanha nas redes sociais, a Opening Ceremony, que desfilará na Disney em março, e a Tommy Hilfiger, que a cada temporada leva seu megaevento para uma cidade diferente.

Há também quem aproveite o buzz da NYFW para apostar em formatos alternativos: Diane von Furstenberg foi uma das primeiras a trocar o desfile tradicional por encontros mais descontraídos; a Monse lançou um fashion film e Zac Posen soltou apenas uma campanha estrelada por Katie Holmes. A passarela não é mais o foco mesmo!

Foto: Getty Images

Falou-se muito em “see now, buy now” como uma resposta para a necessidade contemporânea de ter tudo-aqui-agora, mas passadas algumas temporadas a estratégia só se revelou uma boa aposta para marcas que contam com uma estrutura gigante de produção e logística. Do ponto de vista da produção de conteúdo, os desfiles estão ali tão acessíveis ao público em transmissões ao vivo ou mesmo com uma simples hashtag no Insta que pensar em abordagens realmente interessantes para o tema virou um desafio e tanto.

Não vejo isso tudo necessariamente como algo negativo, mas sim um incentivo à inovação. Steven Kolb, CEO do CFDA (Council of Fashion Designers of America), disse recentemente que todas essas transformações são justamente isso: uma oportunidade de experimentação. É um processo que, se parar para pensar, começou lá atrás com a chegada das blogueiras, depois vimos a importância que o street style ganhou e agora essa (r)evolução chega ao ápice do espetáculo de moda, os desfiles. Acho esse sentimento “morno” natural porque afinal ainda estamos todos tentando entender como nos adaptar e criar nesse novo cenário. Por outro lado, se muita gente acha acha que as semanas de moda perderam a graça, é exatamente agora que a “festa” vai começar.

Irina Shayk desfilou com um robô para Phillipp Plein nessa edição! Ah, se fosse só questão de arranjar um “amigo” assim para estar pronta pro futuro…

Falando de moda enquanto roupa, como isso tudo se refletiu nas tendências dessa edição então? De modo geral, meio nesse clima de crise de identidade, essa NYFW foi uma semana menos inventiva e provocadora, que trouxe ideias já consolidadas em temporadas passadas (a alfaiataria em peso e as cores bold, por exemplo), algo que também tem muito a ver com o DNA mais comercial da fashion week nova-iorquina.

Mas isso não quer dizer que essas tendências devam ser descartadas. A NYFW é uma vitrine que não pode ser ignorada, e bem ou mal o que vimos nas passarelas de lá logo vai povoar com ainda mais força os looks das it girls, as araras das fast fashion e as vitrines dos shoppings por aqui também… São conceitos mais acessíveis, muitos looks que poderíamos usar iguaizinhos vimos na passarela, o que acaba sendo bacana porque aproxima a inspiração do nosso dia a dia.

Dito (tudo) isso, vamos ao nosso BALANÇO DE TENDÊNCIAS? Porque as mudanças na moda vêm e vão, mas isso aqui não falha nunca! haha

ALFAIATARIA SEXY

Como já comentei, a alfaiataria segue em destaque nas passarelas, e depois de temporadas com modelagens maxi, mais inspiradas no guarda-roupa masculino, agora ela surgiu com essa pegada mais sexy, trabalhando uma silhueta mais justa, assimetrias, recortes, babados e até mesmo ombros de fora. Se a opção é por um shape mais solto, como na Calvin Klein, esse toque de sensualidade vem com o blazer sem nada por baixo, a saia com fenda e as botas over the knee. Seja como for, o resultado é um look supercool, aposta certeira!

INVASÃO PINK

Vira e mexe tem post com o pink em destaque por aqui, pode vir rosa milleniall, marsala, o que for, esse tom não perde seu lugar nos nossos closets (e corações)! Nessa temporada, praticamente toda coleção tinha ao menos um lookzinho assim, de produções mais descontraídas, como essa da Tory Burch, aos looks de festa da Oscar de la Renta, Milly (esse macacão <3), Christian Siriano e Cushnie et Ochs – até a garota dark de Alexander Wang se rendeu! A combinação com o vermelho também não perde o fôlego e segue como aposta ultrafeminina e fashion!

BRIGHT ANIMAL PRINT

Há poucas semanas teve post aqui falando de como a oncinha está caindo novamente nas graças dos fashionistas, a NYFW chegou e só confirmou isso! Na versão fall 2018 tons vibrantes de verde, laranja, vermelho e amarelo chegam para atualizar o animal print na hora, dando um ar mais moderno do que perua à produção! kkk E não vale ser tímida: terninhos como os da Tom Ford e R13 e combinações com meias e botinhas que também tenham a estampa estão mais que liberadas!

MEIA-CALÇA IS BACK!

Já deu pra perceber que aquela ideia de um inverno sóbrio passou longe dessa NYFW né? Mais uma confirmação disso é o retorno das meias-calças coloridas! Blair Waldorf adoraria, só precisa ver se ela toparia combinar suas meias vermelhas com roupas igualmente exuberantes, já que essa é a pedida da temporada: esse acessório não é o único “ponto de cor” de uma produção all black, por exemplo, mas sim mais um elemento na misturinha que rola ali na parte de cima do look! Se você prefere um estilo mais discreto, pode se inspirar no desfile de Alexander Wang, que trouxe elegantes meias rendadas (ótima aposta para festas)!

CLASH DE ESTAMPAS

A gente já usou tudo descombinado, depois o legal foi fazer conjuntinho/look monocromático, e agora voltamos à ideia de que quanto mais misturado, melhor! Isso vale tanto para juntar peças que tenham a mesma estampa, mas cores de fundo e padrões diferentes (como os florais de Nicole Miller, 3.1 Phillip Lim e Prabal Gurung), quanto para usar de uma só vez onça, xadrez, flores e listras (aposta forte na Michael Kors), no melhor estilo “tia louca”! kkk Vale ainda fazer uma escolha ainda mais refinada com um mix de tecidos leves e mais pesados, como essa dupla com calça soltinha e tricô da Tory Burch. O legal é que, como dá pra perceber, não tem mais regra pra fazer essas misturebas, no final é mesmo a sua personalidade que vai falar mais alto!

BOLSAS “DESCARTÁVEIS”

Itens descartáveis do nosso dia a dia viraram inspiração para as bolsas mais comentadas dessa NYFW! A Monse jogou seu “raio gourmetizador” no saco de papel, que virou essa divertida bolsa de couro. Já Alexander Wang brincou com a ideia de um saquinho ziplock, que em seu desfile se transformou nessa luxuosa bolsa com cristais Swarovski.

O saco de pipoca da Calvin Klein não era uma bolsa de fato, mas foi parte importante do styling do desfile… Seja por brincadeira, conceito ou apenas um modo de chamar a atenção, a intenção é transformar o inesperado em item de luxo, ideia que, se depender dos hits (e polêmicas) já emplacados por grifes como Balenciaga (que colocou uma sacola de papel à venda por US$ 1100) e Off-White (com seus cintos-faixa), tem dado certo!

  • E é isso! Curtiram as tendências? E pra vocês, qual a importância das fashion weeks nos dias de hoje?

As tendências (e mudanças) da NYFW fall 2018!

16 fev 2018
- Por Camila Coutinho
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FOTO: VOGUE US

Considerada “morna” por muitos críticos, a New York Fashion Week que se encerrou nesta semana esquentou o debate sobre o rumo (e o papel) da semana de moda. Chamou a atenção o fato de que muitas marcas importantes deixaram o line-up nova-iorquino, seja para optar por outras cidades (Altuzarra, Proenza Schouler e Rodarte foram para a semana de alta costura em Paris, Victoria Beckham, apesar de ter feito uma apresentação de sua coleção, reservou o big show para Londres), seja para seguir um ritmo próprio, como a Yeezy de Kanye West, que apostou em uma forte campanha nas redes sociais, a Opening Ceremony, que desfilará na Disney em março, e a Tommy Hilfiger, que a cada temporada leva seu megaevento para uma cidade diferente.

Há também quem aproveite o buzz da NYFW para apostar em formatos alternativos: Diane von Furstenberg foi uma das primeiras a trocar o desfile tradicional por encontros mais descontraídos; a Monse lançou um fashion film e Zac Posen soltou apenas uma campanha estrelada por Katie Holmes. A passarela não é mais o foco mesmo!

Foto: Getty Images

Falou-se muito em “see now, buy now” como uma resposta para a necessidade contemporânea de ter tudo-aqui-agora, mas passadas algumas temporadas a estratégia só se revelou uma boa aposta para marcas que contam com uma estrutura gigante de produção e logística. Do ponto de vista da produção de conteúdo, os desfiles estão ali tão acessíveis ao público em transmissões ao vivo ou mesmo com uma simples hashtag no Insta que pensar em abordagens realmente interessantes para o tema virou um desafio e tanto.

Não vejo isso tudo necessariamente como algo negativo, mas sim um incentivo à inovação. Steven Kolb, CEO do CFDA (Council of Fashion Designers of America), disse recentemente que todas essas transformações são justamente isso: uma oportunidade de experimentação. É um processo que, se parar para pensar, começou lá atrás com a chegada das blogueiras, depois vimos a importância que o street style ganhou e agora essa (r)evolução chega ao ápice do espetáculo de moda, os desfiles. Acho esse sentimento “morno” natural porque afinal ainda estamos todos tentando entender como nos adaptar e criar nesse novo cenário. Por outro lado, se muita gente acha acha que as semanas de moda perderam a graça, é exatamente agora que a “festa” vai começar.

Irina Shayk desfilou com um robô para Phillipp Plein nessa edição! Ah, se fosse só questão de arranjar um “amigo” assim para estar pronta pro futuro…

Falando de moda enquanto roupa, como isso tudo se refletiu nas tendências dessa edição então? De modo geral, meio nesse clima de crise de identidade, essa NYFW foi uma semana menos inventiva e provocadora, que trouxe ideias já consolidadas em temporadas passadas (a alfaiataria em peso e as cores bold, por exemplo), algo que também tem muito a ver com o DNA mais comercial da fashion week nova-iorquina.

Mas isso não quer dizer que essas tendências devam ser descartadas. A NYFW é uma vitrine que não pode ser ignorada, e bem ou mal o que vimos nas passarelas de lá logo vai povoar com ainda mais força os looks das it girls, as araras das fast fashion e as vitrines dos shoppings por aqui também… São conceitos mais acessíveis, muitos looks que poderíamos usar iguaizinhos vimos na passarela, o que acaba sendo bacana porque aproxima a inspiração do nosso dia a dia.

Dito (tudo) isso, vamos ao nosso BALANÇO DE TENDÊNCIAS? Porque as mudanças na moda vêm e vão, mas isso aqui não falha nunca! haha

ALFAIATARIA SEXY

Como já comentei, a alfaiataria segue em destaque nas passarelas, e depois de temporadas com modelagens maxi, mais inspiradas no guarda-roupa masculino, agora ela surgiu com essa pegada mais sexy, trabalhando uma silhueta mais justa, assimetrias, recortes, babados e até mesmo ombros de fora. Se a opção é por um shape mais solto, como na Calvin Klein, esse toque de sensualidade vem com o blazer sem nada por baixo, a saia com fenda e as botas over the knee. Seja como for, o resultado é um look supercool, aposta certeira!

INVASÃO PINK

Vira e mexe tem post com o pink em destaque por aqui, pode vir rosa milleniall, marsala, o que for, esse tom não perde seu lugar nos nossos closets (e corações)! Nessa temporada, praticamente toda coleção tinha ao menos um lookzinho assim, de produções mais descontraídas, como essa da Tory Burch, aos looks de festa da Oscar de la Renta, Milly (esse macacão <3), Christian Siriano e Cushnie et Ochs – até a garota dark de Alexander Wang se rendeu! A combinação com o vermelho também não perde o fôlego e segue como aposta ultrafeminina e fashion!

BRIGHT ANIMAL PRINT

Há poucas semanas teve post aqui falando de como a oncinha está caindo novamente nas graças dos fashionistas, a NYFW chegou e só confirmou isso! Na versão fall 2018 tons vibrantes de verde, laranja, vermelho e amarelo chegam para atualizar o animal print na hora, dando um ar mais moderno do que perua à produção! kkk E não vale ser tímida: terninhos como os da Tom Ford e R13 e combinações com meias e botinhas que também tenham a estampa estão mais que liberadas!

MEIA-CALÇA IS BACK!

Já deu pra perceber que aquela ideia de um inverno sóbrio passou longe dessa NYFW né? Mais uma confirmação disso é o retorno das meias-calças coloridas! Blair Waldorf adoraria, só precisa ver se ela toparia combinar suas meias vermelhas com roupas igualmente exuberantes, já que essa é a pedida da temporada: esse acessório não é o único “ponto de cor” de uma produção all black, por exemplo, mas sim mais um elemento na misturinha que rola ali na parte de cima do look! Se você prefere um estilo mais discreto, pode se inspirar no desfile de Alexander Wang, que trouxe elegantes meias rendadas (ótima aposta para festas)!

CLASH DE ESTAMPAS

A gente já usou tudo descombinado, depois o legal foi fazer conjuntinho/look monocromático, e agora voltamos à ideia de que quanto mais misturado, melhor! Isso vale tanto para juntar peças que tenham a mesma estampa, mas cores de fundo e padrões diferentes (como os florais de Nicole Miller, 3.1 Phillip Lim e Prabal Gurung), quanto para usar de uma só vez onça, xadrez, flores e listras (aposta forte na Michael Kors), no melhor estilo “tia louca”! kkk Vale ainda fazer uma escolha ainda mais refinada com um mix de tecidos leves e mais pesados, como essa dupla com calça soltinha e tricô da Tory Burch. O legal é que, como dá pra perceber, não tem mais regra pra fazer essas misturebas, no final é mesmo a sua personalidade que vai falar mais alto!

BOLSAS “DESCARTÁVEIS”

Itens descartáveis do nosso dia a dia viraram inspiração para as bolsas mais comentadas dessa NYFW! A Monse jogou seu “raio gourmetizador” no saco de papel, que virou essa divertida bolsa de couro. Já Alexander Wang brincou com a ideia de um saquinho ziplock, que em seu desfile se transformou nessa luxuosa bolsa com cristais Swarovski.

O saco de pipoca da Calvin Klein não era uma bolsa de fato, mas foi parte importante do styling do desfile… Seja por brincadeira, conceito ou apenas um modo de chamar a atenção, a intenção é transformar o inesperado em item de luxo, ideia que, se depender dos hits (e polêmicas) já emplacados por grifes como Balenciaga (que colocou uma sacola de papel à venda por US$ 1100) e Off-White (com seus cintos-faixa), tem dado certo!

  • E é isso! Curtiram as tendências? E pra vocês, qual a importância das fashion weeks nos dias de hoje?
15 fev 2018 - Por Andressa Fernandes
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Carnaval passou, mas se você não abre mão do brilho qualquer que seja a época do ano (ou ainda tem mais uns bloquinhos pra curtir nesse final de semana) vai amar esse truque de beleza que está viralizando pela internet!

Trata-se do segredo no melhor estilo “bom, bonito e barato” pra ter esse efeito iluminador-glow-power, dica compartilhada pela australiana Arielle Stenner: basta aplicar uma fina camada de Bio-Oil nos pontos que deseja destacar e depois é só passar o iluminador por cima com um pincel (as versões em pó devem então ser as mais indicadas para isso)!

O produto “primer de iluminador” ainda não existe oficialmente, mas o Bio-Oil, geralmente usado para o tratamento de estrias e cicatrizes, se saiu bem nesse papel, hein? kkk Ele é encontrado aqui no Brasil por cerca de R$ 30!

em tempo: lá no Insta algumas leitoras comentaram que já usaram óleo de coco para isso também! Outra ideia para potencializar o brilho (embora o resultado geralmente não seja tããão glowy) é aplicar um iluminador cremoso antes da versão em pó!

  • E aí, curtiram essa dica? Tem mais um truque para apostar no iluminador? Conta aqui pra gente!

LEIA TAMBÉM:
O segredo do meu bronze no Instagram!
Saiba tudo sobre o strobing, a técnica de make que veio tomar o lugar do contorno
Inspiração de make: os 10 looks mais pinados de 2017!

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O truque BBB para deixar seu iluminador ultra-power glowy!

15 fev 2018
- Por Andressa Fernandes
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Carnaval passou, mas se você não abre mão do brilho qualquer que seja a época do ano (ou ainda tem mais uns bloquinhos pra curtir nesse final de semana) vai amar esse truque de beleza que está viralizando pela internet!

Trata-se do segredo no melhor estilo “bom, bonito e barato” pra ter esse efeito iluminador-glow-power, dica compartilhada pela australiana Arielle Stenner: basta aplicar uma fina camada de Bio-Oil nos pontos que deseja destacar e depois é só passar o iluminador por cima com um pincel (as versões em pó devem então ser as mais indicadas para isso)!

O produto “primer de iluminador” ainda não existe oficialmente, mas o Bio-Oil, geralmente usado para o tratamento de estrias e cicatrizes, se saiu bem nesse papel, hein? kkk Ele é encontrado aqui no Brasil por cerca de R$ 30!

em tempo: lá no Insta algumas leitoras comentaram que já usaram óleo de coco para isso também! Outra ideia para potencializar o brilho (embora o resultado geralmente não seja tããão glowy) é aplicar um iluminador cremoso antes da versão em pó!

  • E aí, curtiram essa dica? Tem mais um truque para apostar no iluminador? Conta aqui pra gente!

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